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Candidatos ao governo de Goiás poderão gastar R$ 17,3 milhões em campanha, decide TSE

ResumoO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fixou em R$ 17,3 milhões o teto de gastos para candidatos ao governo de Goiás nas eleições de 2026. O valor é dividido entre primeiro e segundo turno. Pelo menos cinco pré-candidatos disputam o cargo, com fatias variadas do Fundo Eleitoral de cada partido.

O TSE definiu o teto de gastos para candidatos ao governo de Goiás: R$ 17,3 milhões, divididos entre primeiro e segundo turno. Com pelo menos cinco pré-candidatos na disputa, o valor representa fatias variadas do Fundo Eleitoral de cada partido. Entenda os números e o que muda pa

Wesley Tanaka
Candidatos ao governo de Goiás poderão gastar R$ 17,3 milhões em campanha, decide TSE

Candidatos ao governo de Goiás poderão gastar R$ 17,3 milhões em campanha, decide TSE — Foto: Reprodução / Bombou na Web

Candidatos ao governo de Goiás poderão gastar R$ 17,3 milhões em campanha, decide TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, nesta terça-feira, 21, o limite de gastos de campanha para candidatos aos governos estaduais. Em Goiás, os concorrentes ao Palácio das Esmeraldas poderão gastar até R$ 17,3 milhões, R$ 11,5 milhões no primeiro turno e mais R$ 5,7 milhões, caso disputem o segundo turno. O valor é calculado com base no tamanho do colégio eleitoral de cada estado.

O TSE decidiu que candidatos ao governo de Goiás poderão gastar até R$ 17,3 milhões em campanha: R$ 11,5 milhões no primeiro turno e R$ 5,7 milhões no segundo, se houver. O valor é baseado no colégio eleitoral do estado, que tem 5 milhões de eleitores aptos a votar em 2026.

Quanto cada pré-candidato pode gastar? A fatia do Fundo Eleitoral

Atualmente, há pelo menos cinco pré-candidatos na disputa. Os principais nomes são Daniel Vilela (MDB), que tenta a reeleição; Marconi Perillo (PSDB); Wilder Morais (PL); e Luis César Bueno (PT). Cada um será oficializado na convenção partidária. O valor autorizado pelo TSE representa o teto, mas o dinheiro efetivo vem do Fundo Eleitoral, dividido pelos dirigentes partidários.

Daniel Vilela (MDB) e os R$ 400 milhões do partido

Para Daniel Vilela, o limite de R$ 17,3 milhões equivale a aproximadamente 4% dos R$ 400 milhões que o MDB nacional terá direito neste ano. O partido tende a concentrar os recursos nos candidatos com mais chances de chegar ao segundo turno.

Wilder Morais (PL) e os R$ 890 milhões da sigla

Wilder Morais, do PL, poderá gastar menos de 2% dos quase R$ 890 milhões que o partido receberá. É a fatia proporcionalmente menor entre os principais pré-candidatos, considerando o tamanho do fundo partidário.

Marconi Perillo (PSDB) e os R$ 147,8 milhões do partido

Marconi Perillo, do PSDB, terá acesso a quase 12% dos R$ 147,8 milhões do Fundo Eleitoral destinados ao partido. É a maior fatia proporcional entre os citados, refletindo a prioridade do PSDB na disputa goiana.

Luis César Bueno (PT) e os R$ 615,3 milhões da legenda

O possível candidato do PT, Luis César Bueno, poderá usufruir de 2,8% dos R$ 615,3 milhões que o partido terá para campanhas estaduais. Apesar do fundo robusto, a fatia é modesta em termos percentuais.

Atenção: o limite não é garantia de recebimento

O valor divulgado pelo TSE representa apenas o teto que os candidatos poderão gastar, não significa que receberão esse montante. O dinheiro efetivo depende da distribuição interna de cada partido, que prioriza candidatos com maior viabilidade eleitoral.

Como o TSE calcula o limite? O peso do colégio eleitoral

O cálculo é feito com base no tamanho do colégio eleitoral de cada estado. Em Goiás, conforme o TSE, 5 milhões de eleitoras e eleitores estarão aptos a votar em 2026. Em comparação com as eleições de 2024, quando o estado registrava 5,1 milhões de pessoas aptas, houve redução de quase 50 mil eleitores, queda de 0,91%.

Limites para Senado, Câmara e Assembleia Legislativa

O TSE também divulgou os limites para outras disputas em Goiás:

  • Senado: candidatos poderão gastar até R$ 4,4 milhões.
  • Deputado federal: até R$ 3,1 milhões.
  • Deputado estadual: até R$ 1,2 milhão.

O que muda para o eleitor goiano?

Com um eleitorado menor, 50 mil pessoas a menos que em 2024, o custo por voto tende a subir. Os candidatos terão que ser mais eficientes na aplicação dos recursos, especialmente os que dependem de fatias menores do Fundo Eleitoral.

Perguntas Frequentes

Qual o limite de gastos para candidatos ao governo de Goiás?

O TSE definiu o teto de R$ 17,3 milhões: R$ 11,5 milhões no primeiro turno e R$ 5,7 milhões no segundo, se houver.

Quem são os pré-candidatos ao governo de Goiás?

Os principais nomes são Daniel Vilela (MDB), Marconi Perillo (PSDB), Wilder Morais (PL) e Luis César Bueno (PT), além de outros que serão oficializados nas convenções.

O valor do TSE é o que o candidato recebe?

Não. O valor é o limite de gastos. O dinheiro efetivo vem do Fundo Eleitoral, distribuído pelos partidos conforme suas estratégias.

Quantos eleitores Goiás tem em 2026?

Conforme o TSE, 5 milhões de eleitores estarão aptos a votar, uma redução de 0,91% em relação a 2024.

Quais os limites para outros cargos em Goiás?

Senado: R$ 4,4 milhões; deputado federal: R$ 3,1 milhões; deputado estadual: R$ 1,2 milhão.

Wesley Tanaka

Editoria Curiosidades

Wesley Tanaka cobre o setor de meios de pagamento e crédito no Bombou na Web. Análises técnicas, sem viés comercial.

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