# Durigan afirma que Brasil "tem razão" nas negociações com EUA: entenda

> Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, afirmou que o Brasil "tem razão" nas negociações comerciais com os Estados Unidos. A declaração foi feita em evento em São Paulo, reforçando a posição brasileira por um acordo equilibrado nas relações bilaterais.

*Bombou na Web · Curiosidades · 15 de julho de 2026 · Wesley Tanaka*

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Brasil "tem razão" nas negociações comerciais com os Estados Unidos. A declaração foi feita durante evento em São Paulo e reforça a posição brasileira em busca de um acordo equilibrado.

## Durigan afirma que Brasil "tem razão" nas negociações com EUA

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Brasil "tem razão" nas negociações comerciais com os Estados Unidos. A declaração foi feita durante o evento "Diálogos Capitais", em São Paulo, no dia 19 de junho. Durigan defendeu que o Brasil busca um acordo equilibrado, que respeite os interesses de ambos os países.

## O contexto das negociações entre Brasil e EUA

As negociações entre Brasil e Estados Unidos ganharam novo capítulo após a imposição de tarifas sobre o aço e o alumínio brasileiros. Em resposta, o governo brasileiro adotou medidas recíprocas, como a taxação de produtos importados dos EUA. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Brasil "tem razão" ao buscar um equilíbrio nessas tratativas.

Segundo o Ministério da Fazenda, o Brasil tem argumentado que as tarifas unilaterais prejudicam o comércio global e afetam diretamente setores estratégicos da economia brasileira. A posição brasileira é de que as negociações devem ocorrer em bases justas, com respeito às regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).

## A declaração de Dario Durigan

Durante o evento "Diálogos Capitais", promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo, Durigan disse que "o Brasil tem razão" nas negociações com os EUA. Ele destacou que o país não busca confronto, mas sim um acordo que seja benéfico para ambos os lados. A declaração foi amplamente repercutida na imprensa nacional.

"O Brasil tem razão e estamos trabalhando para construir um entendimento", afirmou Durigan, segundo relato do jornal Folha de S.Paulo. O secretário-executivo também ressaltou que o governo brasileiro está aberto ao diálogo, mas não abrirá mão de seus interesses legítimos.

## Os argumentos do governo brasileiro

O governo brasileiro sustenta que as tarifas impostas pelos EUA sobre o aço e o alumínio são injustificadas. O Ministério da Fazenda argumenta que o Brasil é um parceiro comercial histórico e que as medidas americanas violam acordos anteriores. A posição brasileira é de que as negociações devem levar em conta o volume de comércio bilateral, que ultrapassa US$ 70 bilhões anuais.

Além disso, o Brasil aponta que as tarifas americanas afetam não apenas a indústria siderúrgica, mas também outros setores, como o de máquinas e equipamentos. O governo defende que um acordo equilibrado é essencial para evitar uma escalada de medidas protecionistas.

## Repercussão no mercado e na política

A declaração de Durigan gerou reações no mercado financeiro e no cenário político. Analistas avaliam que a postura firme do Brasil pode fortalecer a posição do país nas negociações, mas também pode gerar tensões com os EUA. O governo brasileiro, no entanto, mantém a expectativa de que um acordo seja fechado nos próximos meses.

No Congresso Nacional, parlamentares da base aliada elogiaram a declaração, enquanto a oposição criticou a falta de resultados concretos. O Ministério da Fazenda informou que as negociações continuam em andamento, com reuniões técnicas previstas para as próximas semanas.

## O papel do Ministério da Fazenda

O Ministério da Fazenda, sob o comando do ministro Fernando Haddad, tem liderado as negociações comerciais com os EUA. A pasta coordena as discussões com o Ministério das Relações Exteriores e com a Casa Civil. O secretário-executivo Dario Durigan é um dos principais interlocutores do governo nesse processo.

Segundo o Ministério da Fazenda, o Brasil tem apresentado propostas concretas para reduzir as tarifas e ampliar o comércio bilateral. A pasta também tem buscado apoio de outros países da América Latina para fortalecer a posição brasileira na OMC.

## Próximos passos nas negociações

O governo brasileiro espera que as negociações com os EUA avancem nos próximos meses. Uma nova rodada de conversas está prevista para julho, em Washington. O Brasil deve apresentar uma contraproposta às tarifas americanas, com foco em setores estratégicos como o aço, o alumínio e o etanol.

Caso não haja avanço, o Brasil pode recorrer à OMC para questionar as tarifas americanas. O Ministério da Fazenda já informou que está preparando a documentação necessária para uma eventual disputa no órgão internacional.

Entenda as tarifas dos EUA sobre o aço brasileiro Como funciona uma disputa na OMC O impacto das tarifas no comércio Brasil-EUA

## Perguntas Frequentes

### O que Durigan disse sobre as negociações com os EUA?

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Brasil "tem razão" nas negociações comerciais com os Estados Unidos. A declaração foi feita durante o evento "Diálogos Capitais", em São Paulo.

### Por que o Brasil está negociando com os EUA?

As negociações foram motivadas pela imposição de tarifas dos EUA sobre o aço e o alumínio brasileiros. O Brasil busca um acordo equilibrado que respeite os interesses de ambos os países.

### Qual é a posição do governo brasileiro?

O governo brasileiro defende que as tarifas americanas são injustificadas e que as negociações devem ocorrer em bases justas, com respeito às regras da OMC.

### Quais são os próximos passos?

Uma nova rodada de conversas está prevista para julho, em Washington. O Brasil deve apresentar uma contraproposta e, se necessário, recorrer à OMC.

### Como o mercado reagiu à declaração?

A declaração gerou reações mistas no mercado financeiro. Analistas avaliam que a postura firme do Brasil pode fortalecer a posição do país, mas também pode gerar tensões com os EUA.

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Fonte (canonical): https://www.bombounaweb.com.br/curiosidades/durigan-afirma-brasil-8220tem-razao8221-negociacoes-eua/
