Pacientes ostomizados de várias cidades do Maranhão estão reclamando da dificuldade em receber bolsas coletoras e outros materiais essenciais ao tratamento. Eles denunciam atrasos na distribuição e cobram uma solução do poder público.
Pessoas ostomizadas são aquelas que passaram por uma cirurgia para criar uma abertura no abdômen, chamada estomia, por onde o organismo elimina fezes ou urina. Esses resíduos são armazenados em uma bolsa coletora presa à pele. A ostomia pode ser temporária ou permanente e exige cuidados específicos, além do uso regular de bolsas e outros materiais adequados.
O que diz o acordo judicial
Um acordo firmado na Justiça estabelece que o governo do Maranhão deve repassar recursos para a compra dos materiais. A Prefeitura de São Luís, por sua vez, é responsável pela aquisição e pela distribuição dos produtos aos pacientes.
Quem são os afetados
A esteticista Gisele Santos passou a usar bolsa coletora após uma cirurgia. Ela está entre os pacientes que enfrentam a falta do material.
Como funciona a distribuição
A logística envolve duas esferas: o estado repassa o dinheiro, e o município compra e entrega. Quando um dos elhos falha, o paciente fica sem o insumo.
Próximos passos
Pacientes e associações cobram agilidade. A Justiça pode ser acionada novamente se o descumprimento do acordo continuar.
Perguntas Frequentes
O que é uma pessoa ostomizada?
É quem passou por cirurgia para criar uma estomia, abertura no abdômen para eliminar fezes ou urina.
Quem deve fornecer as bolsas coletoras no Maranhão?
O governo do estado repassa recursos, e a Prefeitura de São Luís compra e distribui.
O que fazer se o material não chegar?
O paciente pode denunciar aos órgãos de saúde e recorrer à Justiça, que já firmou acordo sobre o tema.
A falta de bolsas é recente?
A reportagem do g1 MA, de 22 de julho de 2026, registra denúncias atuais de atrasos.
A ostomia é sempre permanente?
Não. Pode ser temporária ou permanente, dependendo do caso clínico.