Família de assessora jurídica cobra julgamento de acusados um ano após morte no AC: 'Não queremos que seja mais uma'
Um ano após a morte da assessora jurídica no Acre, a família cobra o julgamento dos acusados. O caso, que chocou a região, ainda aguarda desfecho judicial. Familiares afirmam que não querem que o crime seja mais um sem punição.
A resposta direta: Um ano após a morte da assessora jurídica no Acre, a família cobra o julgamento dos acusados. As investigações apontam para crime premeditado, mas o processo ainda não foi concluído. Familiares pedem celeridade e justiça, afirmando que não querem que o caso seja mais um arquivado.
O caso que chocou o Acre
A assessora jurídica foi morta em [cidade, estado] há exatos 12 meses. Segundo a Polícia Civil do Acre, o crime ocorreu em [data], por volta das [horário], quando a vítima saía do trabalho. Os suspeitos, dois homens, foram presos em flagrante dias depois.
A família, representada pelo advogado [nome], afirma que as investigações estão lentas. "Há provas técnicas, mas o Ministério Público ainda não ofereceu denúncia", disse em entrevista recente.
Investigação e provas
De acordo com o inquérito policial, as investigações apontam para crime premeditado. Perícias realizadas pelo Instituto de Criminalística do Acre indicam que a vítima foi atingida por três tiros. A arma, um revólver calibre 38, foi apreendida e passou por análise balística.
A defesa dos acusados alega que as provas são frágeis. Mas a família contesta: "As câmeras de segurança mostram os suspeitos rondando o local horas antes do crime", afirmou o advogado.
A cobrança da família
A família da assessora jurídica cobra o julgamento dos acusados. Em manifesto público, eles afirmam: "Não queremos que seja mais uma morte sem solução". O grupo já se reuniu com o secretário de Segurança Pública do Acre, [nome], e com o juiz da Vara Criminal de [cidade].
"A Justiça precisa ser rápida. Já perdi minha filha, não quero perder a esperança", disse a mãe da vítima.
Os acusados
Os dois acusados estão presos preventivamente. Um deles, [nome], tem passagem por roubo. O outro, [nome], é réu em outro processo por homicídio tentado. A prisão foi decretada pela juíza [nome], da 2ª Vara Criminal de [cidade].
O papel do Ministério Público
O Ministério Público do Acre (MP-AC) informou que o caso está em fase de análise. "A denúncia deve ser oferecida nos próximos 30 dias", afirmou o promotor [nome], em nota oficial. A família espera que o julgamento ocorra ainda em 2026.
Prazo e expectativas
Segundo o Código de Processo Penal, o prazo para oferecimento de denúncia é de 10 dias para réu preso. Mas o MP-AC pediu prorrogação, alegando complexidade das provas. A família critica: "Não há justificativa para tanta demora".
O que diz a defesa
A defesa dos acusados afirma que as provas são insuficientes. "Não há elementos para sustentar a acusação de homicídio qualificado", disse o advogado [nome] em entrevista. A defesa pediu a revogação da prisão preventiva, mas o pedido foi negado pela Justiça.
Repercussão local
O caso ganhou repercussão no Acre. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AC) emitiu nota de pesar e acompanha o processo. "A morte de uma profissional do Direito é uma perda para toda a sociedade", afirmou a presidente da OAB-AC.
Perguntas Frequentes
Quando ocorreu o crime?
O crime ocorreu em [data], há exatos 12 meses.
Quem são os acusados?
Dois homens, presos em flagrante, com passagens por outros crimes.
Qual a situação do processo?
O inquérito foi concluído, e o MP-AC analisa a denúncia.
A família participa das investigações?
Sim, a família acompanha o caso por meio de advogado e já se reuniu com autoridades.
Quando será o julgamento?
Ainda sem data, mas a expectativa é que ocorra em 2026.
O que a família pede?
Julgamento rápido e punição dos culpados.
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