Parreira melhora e pode deixar UTI até o fim de semana
O ex-técnico da seleção brasileira Carlos Alberto Parreira, de 83 anos, apresentou melhora no quadro de saúde e pode deixar a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Samaritano Barra, no Rio, até este final de semana. De acordo com o boletim médico, divulgado nesta 4ª feira (22), ele teve uma "melhora global".
Resposta direta: Parreira, campeão mundial em 1994, está internado desde 16 de junho com inflamação pulmonar. O boletim mais recente indica que ele está lúcido, traqueostomizado e com função renal estabilizada, sem diálise. A previsão é de transferência para a unidade semi-intensiva ainda neste fim de semana.
O que diz o boletim médico sobre a melhora de Parreira
O boletim do Hospital Samaritano Barra, divulgado em 22 de julho de 2026, confirma que Parreira "está lúcido, traqueostomizado e com a função renal estabilizada, sem necessidade de diálise". A previsão é que ele seja transferido para a unidade semi-intensiva. A expressão "melhora global" usada pelos médicos sugere que todos os sistemas do corpo estão respondendo positivamente ao tratamento.
Entenda a internação: inflamação pulmonar e complicações
Parreira foi internado no dia 16 de junho com diagnóstico de inflamação pulmonar. Durante a internação, ele passou por um procedimento para cauterização de um sangramento nasal. Depois, apresentou um quadro infeccioso pulmonar que afetou a função renal. Por causa dessa complicação, ele voltou a ser sedado e a respirar com auxílio de aparelhos, além de precisar de hemodiálise.
O histórico de saúde de Carlos Alberto Parreira
Em 2023, Parreira foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que ataca o sistema linfático, responsável pela defesa imunológica do corpo. Esse tratamento prévio pode ter influenciado a fragilidade do sistema imunológico diante da infecção pulmonar atual. A boa notícia é que ele vinha se recuperando bem do linfoma antes desta internação.
O que significa a saída da UTI para a recuperação
A transferência da UTI para a unidade semi-intensiva é um passo importante no tratamento. Indica que o paciente não precisa mais de monitoramento intensivo constante, mas ainda requer cuidados hospitalares. No caso de Parreira, a função renal estabilizada e a ausência de diálise são os sinais mais animadores. A traqueostomia, embora pareça grave, é um procedimento comum em pacientes que ficam muito tempo intubados, ajudando na respiração e na prevenção de infecções.
Passo a passo: como a família e os fãs podem acompanhar
- Acompanhe boletins médicos oficiais, O hospital divulga atualizações periódicas. A fonte mais confiável é o próprio hospital ou a assessoria da família.
- Evite especulações, Notícias não oficiais podem gerar ansiedade. Só compartilhe informações confirmadas.
- Respeite o momento, A recuperação de um idoso com histórico de câncer exige tempo. Cada pequena melhora, como a desta semana, é uma vitória.
Perguntas Frequentes
Parreira está fora de perigo?
O boletim médico indica melhora global, mas ele ainda está na UTI. A previsão de saída até o fim de semana é um bom sinal, mas a recuperação completa ainda demanda tempo e cuidados.
O que é traqueostomia e por que Parreira está com ela?
Traqueostomia é um procedimento em que se faz uma abertura na traqueia para facilitar a respiração. Pacientes que ficam muito tempo entubados ou com problemas respiratórios graves geralmente passam por isso. É um sinal de que ele está respirando sem ajuda de aparelhos, mas com suporte.
Qual a relação entre o linfoma de Hodgkin e a internação atual?
O linfoma de Hodgkin, diagnosticado em 2023, afeta o sistema linfático, que é parte do sistema imunológico. Isso pode ter deixado Parreira mais vulnerável a infecções, como a inflamação pulmonar que o levou ao hospital.
Quando Parreira recebeu alta da última internação?
A fonte não informa a data de alta anterior. A internação atual começou em 16 de junho de 2026.
O que significa "função renal estabilizada sem diálise"?
Significa que os rins estão funcionando bem o suficiente para filtrar o sangue sem a ajuda de máquinas. A diálise é necessária quando os rins falham. A ausência dela é um dos principais indicadores de melhora.
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Este conteúdo foi adaptado de matéria original da Agência Brasil, publicada em 22 de julho de 2026, e republicada pelo Poder360.