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RN cria comitê para monitorar ciguatera após alta de 60% nas intoxicações

ResumoO Governo do Rio Grande do Norte criou um comitê para monitorar a ciguatera, intoxicação alimentar por peixes contaminados. A Secretaria de Saúde Pública (Sesap) registrou 141 casos no primeiro semestre de 2026, um aumento de 60,2% em relação a todo o ano de 2025. A iniciativa busca conter o avanço das ocorrências.

O Governo do Rio Grande do Norte criou um comitê para monitorar os casos de intoxicação por ciguatera. Segundo a Sesap, as ocorrências cresceram 60,2% no primeiro semestre de 2026 em relação a todo o ano de 2025, com 141 casos registrados.

Otávio Bensaúde
RN cria comitê para monitorar ciguatera após alta de 60% nas intoxicações

RN cria comitê para monitorar ciguatera após alta de 60% nas intoxicações — Foto: Reprodução / Bombou na Web

RN cria comitê para monitorar casos de ciguatera após alta de 60% nas intoxicações

O Governo do Rio Grande do Norte criou um comitê de acompanhamento para monitorar os casos de intoxicação por ciguatera e definir ações de enfrentamento à doença. A medida foi anunciada após a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) registrar um aumento de 60,2% nas ocorrências no primeiro semestre de 2026 em comparação com todo o ano de 2025. Foram 141 casos nos seis primeiros meses deste ano, contra 88 registrados durante todo o ano passado.

O comitê de acompanhamento para monitorar os casos de ciguatera no RN representa um passo concreto diante do crescimento acelerado das intoxicações. O contexto histórico ajuda a entender o que está por trás dessa alta.

O que explica o aumento de 60% nos casos de ciguatera

A Sesap não detalhou as causas específicas do crescimento, mas os números são claros: 141 ocorrências nos primeiros seis meses de 2026 contra 88 em todo o ano de 2025. O aumento percentual de 60,2% acendeu o alerta da secretaria e motivou a criação do comitê.

Quais peixes estão envolvidos nas intoxicações

Segundo a Sesap, as espécies mais frequentemente relacionadas aos casos de ciguatera no estado são arabaiana, bicuda (ou barracuda), cioba, dourado, galo-do-alto, pargo-preto, pescada-branca, robalo, sirigado e badejo. A lista inclui peixes comuns na culinária potiguar e consumidos em todo o litoral nordestino.

Como funciona o comitê de monitoramento

O comitê de acompanhamento criado pelo Governo do RN tem a atribuição de monitorar os casos e definir ações de enfrentamento à ciguatera. A iniciativa busca integrar vigilância sanitária, órgãos de saúde e instituições de pesquisa para conter o avanço das intoxicações.

O que observar nos próximos dias

A expectativa é que o comitê apresente um plano de ação nas próximas semanas. O monitoramento contínuo deve incluir a rastreabilidade dos peixes comercializados e campanhas de orientação para consumidores e pescadores.

Perguntas Frequentes

O que é ciguatera?

Ciguatera é uma intoxicação alimentar causada pelo consumo de peixes contaminados por toxinas produzidas por microalgas marinhas.

Quais são os sintomas da ciguatera?

Os sintomas incluem náuseas, vômitos, diarreia, dores musculares e alterações neurológicas como formigamento e sensação de temperatura invertida.

Como prevenir a ciguatera?

A prevenção envolve evitar o consumo de peixes grandes predadores de regiões onde há registros da toxina e rastrear a origem do pescado.

O que fazer em caso de suspeita?

Em caso de sintomas após consumir peixe, procure imediatamente uma unidade de saúde e informe o que foi ingerido.

O comitê do RN vai investigar a origem dos peixes?

Sim, o comitê de acompanhamento deve atuar na rastreabilidade e no monitoramento dos casos para identificar fontes de contaminação.

Otávio Bensaúde

Editoria Curiosidades

Otávio Bensaúde cobre o setor de meios de pagamento e crédito no Bombou na Web. Análises técnicas, sem viés comercial.

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