# Sessão do Supremo tem confronto entre Moraes e Mendonça

> Alexandre de Moraes e André Mendonça divergiram em sessão do Supremo Tribunal Federal sobre o valor probatório de relatórios da Polícia Federal. Moraes defendeu que os documentos são oficiais e válidos como prova; Mendonça contestou esse entendimento. O confronto reacendeu a discussão sobre o peso jurídico de materiais produzidos pela PF em investigações.

*Bombou na Web · Curiosidades · 16 de setembro de 2026 · Otávio Bensaúde*

Sessão do Supremo é marcada por confronto entre ministros. Alexandre de Moraes defendeu relatórios da Polícia Federal como documentos oficiais; André Mendonça contestou e os dois voltaram a divergir sobre o valor probatório desse material.

A sessão do Supremo é marcada por confronto entre ministros. Alexandre de Moraes e André Mendonça voltaram a se enfrentar durante o julgamento, desta vez por causa dos relatórios da Polícia Federal que Moraes usou para pedir investigação sobre Mendonça.

O embate começou depois do voto de Mendonça. Moraes fez uma defesa dos relatórios e disse que eles são documentos oficiais. Mendonça contestou. A discussão repetiu, no plenário, a divergência que os dois já tinham exposto pela manhã.

O que Moraes disse

Moraes afirmou que todas as polícias produzem relatórios de inteligência e que esses documentos têm caráter oficial. Segundo ele, não houve monitoramento algum. O ministro também classificou como patética a alegação contrária, com a ressalva de respeito ao colega. Mais cedo, ele já havia dito que poderia chamar testemunhas.

O que Mendonça respondeu

Mendonça rebateu apontando para o próprio teor do documento. Repetiu que o documento fala aquilo, numa referência direta ao conteúdo do relatório. A troca de acusações expôs o ponto central da discordância: os dois não concordam sobre o que um relatório de inteligência representa dentro do processo.

Prova ou não

Moraes e Mendonça voltaram a discordar se relatório de inteligência é considerado prova ou não. Moraes sustentou que relatório de inteligência não é prova. O trecho ficou registrado no julgamento, sem que a fonte detalhe como a discussão foi encerrada.

Por que isso importa

O confronto não é só sobre um documento. Ele mexe com o peso que relatórios de inteligência têm em investigações que chegam ao Supremo. Se o relatório é tratado como documento oficial, ele pode servir de base para pedidos como o de investigação sobre um ministro. Se não é prova, o caminho para usar esse material muda. relatórios de inteligência e investigações no Supremo

O contexto ajuda aqui: a sessão reuniu, no mesmo dia, a defesa de Moraes e a contestação de Mendonça, e as duas posições ficaram registradas em plenário. O que observar nos próximos dias é se o tribunal vai separar o que é documento oficial do que é prova, porque é essa definição que decide o rumo do pedido de investigação.

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Fonte (canonical): https://www.bombounaweb.com.br/curiosidades/sessao-supremo-marcada-por-confronto-entre-ministros-embates-troca-acusacoes/
