A Meta derrubou os perfis de Renan Santos a pedido do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada pela empresa ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que recebeu a manifestação sobre o cumprimento da ordem judicial.
A decisão de Toffoli, divulgada nesta segunda-feira (31), determinou a suspensão da propaganda eleitoral em perfis não informados à Justiça Eleitoral dentro do prazo legal. Em resposta, a Meta tornou indisponíveis as contas e o perfil indicados na ordem, além de retirar essas páginas dos sistemas de recomendação do Facebook e do Instagram.
A empresa também comunicou que adotou providências para preservar os dados relacionados às contas a partir de 7 de agosto, conforme exigido pelo ministro. Essa medida visa garantir que as informações fiquem disponíveis para eventuais investigações.
A restrição atinge parte da campanha digital de Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República. Ainda não há detalhes sobre o impacto total da medida na estratégia online do candidato, mas a ação da Meta ocorre em meio a um cenário de maior fiscalização das redes sociais durante o período eleitoral.
Para quem acompanha as eleições, fica a pergunta: como as plataformas vão lidar com a crescente pressão por transparência? O caso de Renan Santos mostra que a Justiça Eleitoral está atenta às regras de propaganda na internet, e as empresas de tecnologia precisam responder rapidamente a essas determinações.