Paralisação dos rodoviários: comércio no Centro de Manaus teve redução de movimento, diz associação comercial
O movimento caiu mais que o normal no Centro de Manaus nesta terça-feira (21). A paralisação dos rodoviários, que começou na segunda (20), reduziu a frota de ônibus para 50% fora dos horários de pico. A Associação Comercial do Amazonas (ACA) confirmou a queda.
O que a ACA observou no comércio
Segundo o presidente da ACA, Bruno Pinheiro, muitos consumidores optaram por não ir ao comércio da região central. O motivo: o receio de não conseguir voltar para casa com a frota reduzida.
A paralisação do serviço segue sem previsão de término.
Por que os rodoviários pararam?
De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, a ação foi motivada pelo atraso no pagamento dos salários da categoria. A informação consta na nota publicada pela entidade.
O que o governo e a prefeitura dizem
O vice-governador Serafim Corrêa informou, no início da noite de terça, que pagou R$ 18 milhões referentes a seis meses de valores pendentes do Passe Livre Estudantil.
Já a Prefeitura de Manaus afirmou não possuir débitos pendentes com o sistema de transporte.
O que ainda falta esclarecer
A fonte não informa se o pagamento do vice-governador resolve o atraso salarial que motivou a paralisação. Também não há detalhes sobre o valor total devido aos rodoviários nem a data de retorno da frota completa.
Perguntas Frequentes
A paralisação continua?
Sim. A paralisação começou na segunda-feira (20) e segue sem previsão de término, segundo a fonte original.
Quantos ônibus estão circulando?
Apenas 50% da frota de ônibus do transporte público circula fora dos horários de pico em Manaus.
O que motivou a paralisação?
O atraso no pagamento dos salários da categoria, de acordo com o Sindicato dos Rodoviários.
O governo pagou alguma pendência?
Sim. O vice-governador Serafim Corrêa pagou R$ 18 milhões referentes a seis meses de valores pendentes do Passe Livre Estudantil.
A prefeitura tem débitos?
A Prefeitura de Manaus afirmou não possuir débitos pendentes.
O comércio foi afetado?
Sim. O movimento no Centro de Manaus diminuiu mais que o normal, segundo a ACA, porque consumidores evitaram ir à região com medo de não conseguir voltar para casa.