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PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

ResumoA Polícia Federal concluiu o Processo Administrativo Disciplinar contra Eduardo Bolsonaro e decidiu pela demissão do agente por abandono de cargo. A decisão aguarda assinatura do ministro da Justiça para efetivar a penalidade. A demissão extingue o vínculo funcional de Eduardo Bolsonaro com a instituição.

A Polícia Federal concluiu o Processo Administrativo Disciplinar contra Eduardo Bolsonaro e decidiu pela demissão por abandono de cargo. Agora, o ministro da Justiça deve assinar o ato. Entenda o que muda.

Wesley Tanaka
PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo — Foto: Reprodução / Bombou na Web

PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

A Polícia Federal concluiu o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e decidiu pela demissão dele por abandono de cargo. Agora, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, deve assinar o ato para a expulsão do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da corporação. A PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo, um desfecho que altera a situação funcional dele na corporação.

O que levou à demissão de Eduardo Bolsonaro pela PF

Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e passou a se definir como exilado político. Pelo acúmulo de faltas sem justificativa, teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro do ano passado. Sem mandato, Eduardo deveria retornar ao cargo de escrivão da PF, no Rio de Janeiro, no qual ele ingressou por meio de concurso público em 2010. Como ele não se reapresentou ao serviço, um PAD foi aberto para analisar o caso em fevereiro deste ano. Desde então, o ex-deputado está afastado do cargo.

Por que a demissão por abandono de cargo foi aplicada

A decisão da PF se baseia no abandono do cargo, caracterizado pela ausência sem justificativa. Eduardo não se reapresentou ao trabalho após a cassação do mandato, o que motivou a abertura do PAD. O processo correu na Corregedoria da PF no Rio, que determinou que ele entregasse a carteira funcional e a arma de fogo.

O papel do ministro da Justiça na expulsão

Agora, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, deve assinar o ato para a expulsão de Eduardo Bolsonaro da corporação. Esse é o próximo passo administrativo. Sem a assinatura, a decisão da PF não se concretiza. O ato é a formalização final do processo.

A condenação no STF e o contexto

Eduardo foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de reclusão por coação, devido à sua atuação nos EUA para intimidar o Judiciário e impedir a análise da tentativa de golpe. Essa condenação, embora paralela ao PAD, compõe o cenário jurídico que envolve o ex-deputado.

O que muda com a demissão de Eduardo Bolsonaro

Com a demissão, Eduardo perde o vínculo funcional com a PF. Ele não poderá mais retornar ao cargo de escrivão. A decisão também o afasta definitivamente da corporação, onde ingressou em 2010. O processo administrativo foi conduzido pela Corregedoria da PF no Rio, que determinou a entrega dos itens funcionais.

Perguntas Frequentes

Eduardo Bolsonaro foi demitido da PF?

Sim, a PF concluiu o PAD e decidiu pela demissão por abandono de cargo. O ministro da Justiça deve assinar o ato.

Por que Eduardo Bolsonaro foi demitido?

Por abandono de cargo. Ele não se reapresentou ao serviço após a cassação do mandato de deputado federal.

Eduardo Bolsonaro vai recorrer da demissão?

A fonte não informa sobre recurso. O processo foi concluído e a demissão foi decidida.

O que acontece com a arma de Eduardo Bolsonaro?

A Corregedoria da PF no Rio determinou que ele entregasse a carteira funcional e a arma de fogo.

Eduardo Bolsonaro pode voltar a ser escrivão da PF?

Não. Com a demissão, ele perde o vínculo funcional e não pode retornar ao cargo.

Qual a relação com a condenação no STF?

A condenação a quatro anos e dois meses por coação é um processo paralelo, mas compõe o contexto jurídico do ex-deputado.

Wesley Tanaka

Editoria Virais

Wesley Tanaka cobre o setor de meios de pagamento e crédito no Bombou na Web. Análises técnicas, sem viés comercial.