Você já parou pra pensar de onde vêm os anabolizantes que circulam em academias? Muitos são falsificados e produzidos sem qualquer controle sanitário. Uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal desmontou um esquema que usava receitas veterinárias para conseguir substâncias restritas a animais.
O que aconteceu? A polícia prendeu um grupo suspeito de fabricar, vender e distribuir anabolizantes clandestinos e substâncias controladas. Os mandados foram cumpridos no DF e em oito estados: Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Norte, Paraíba e Acre.
Quem estava por trás do esquema
Um dos presos é Roberto Carlos Pereira de Carvalho, o "Jiraiya", apontado como chefe do grupo criminoso. A investigação indica que o esquema funcionava havia pelo menos 12 anos. O lucro mensal passava de R$ 500 mil com a venda dos anabolizantes falsos.
Como funcionava o esquema com veterinários
A novidade da investigação é o papel de veterinários. Eles emitiam receitas para laboratórios clandestinos terem acesso a substâncias que são restritas a animais. Ou seja, o documento veterinário servia como porta de entrada pra substâncias controladas.
Onde foram feitas as prisões
Ao todo, 40 pessoas foram presas. Três delas no Paraguai, em Cidade do Leste, cidade na fronteira com o Brasil, em Foz do Iguaçu. A operação começou cedo, com mandados cumpridos simultaneamente em várias regiões.
Riscos dos anabolizantes falsos
Antes de pensar em usar qualquer substância, faz esse teste: você sabe a procedência? Produtos clandestinos não passam por controle de qualidade. Podem conter doses erradas, contaminação ou substâncias diferentes do rótulo. O risco pra saúde é real.
O caso mostra como a fiscalização precisa ficar atenta. Se você desconfia de algum produto, denuncie às autoridades. A operação da Polícia Civil do DF é um alerta sobre os perigos dos anabolizantes falsos como identificar produtos falsificados.
Perguntas Frequentes
Veterinários podem emitir receitas para anabolizantes?
Não. Receitas veterinárias são exclusivas para tratamento de animais. Usá-las para liberar substâncias controladas para laboratórios clandestinos é crime, como aponta a investigação.
Quantas pessoas foram presas na operação?
Foram 40 presos, incluindo três no Paraguai, em Cidade do Leste, na fronteira com Foz do Iguaçu.
Quem é o chefe do esquema?
Segundo a polícia, Roberto Carlos Pereira de Carvalho, o "Jiraiya", é apontado como o líder do grupo criminoso.
Qual era o lucro mensal do grupo?
A investigação indica lucros superiores a R$ 500 mil por mês com a venda de anabolizantes clandestinos.
Há quanto tempo o grupo atuava?
Pelo menos 12 anos, conforme a investigação da Polícia Civil do Distrito Federal.
