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MPF pede suspensão do Tolerância Zero nas praias da Zona Sul do Rio

ResumoO Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Justiça a suspensão do programa Tolerância Zero nas praias da Zona Sul do Rio de Janeiro. A ação judicial alega que a prefeitura desrespeitou normas federais ao atuar em bens da União sem autorização. O caso envolve a legalidade das operações de ordenamento urbano em áreas de gestão federal.

O MPF pediu à Justiça a suspensão do programa Tolerância Zero nas praias da Zona Sul do Rio. A ação aponta que a prefeitura ignorou normas federais para bens da União. Saiba o que está em jogo.

Larissa Quintela
MPF pede suspensão do Tolerância Zero nas praias da Zona Sul do Rio

MPF pede suspensão do Tolerância Zero nas praias da Zona Sul do Rio — Foto: Reprodução / Bombou na Web

O MPF pediu a suspensão do Tolerância Zero. O que isso muda para quem frequenta as praias da Zona Sul do Rio?

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública na Justiça Federal pedindo a suspensão dos efeitos do programa Tolerância Zero, lançado pela Prefeitura do Rio para reforçar a fiscalização do comércio ambulante e combater ações criminosas nas praias da Zona Sul do Rio. O órgão também exige que a União e o município elaborem, de forma conjunta e participativa, um planejamento para a gestão desses espaços, com medidas que conciliem o ordenamento urbano, o combate ao crime organizado e a proteção dos direitos dos trabalhadores ambulantes.

O MPF entrou com ação civil pública na Justiça Federal pedindo a suspensão do programa Tolerância Zero, da Prefeitura do Rio, que reforça fiscalização do comércio ambulante e combate a crimes nas praias da Zona Sul. O órgão alega que a prefeitura ignorou normas federais sobre bens da União e pede um planejamento conjunto para conciliar ordenamento urbano, combate ao crime organizado e direitos dos ambulantes.

Entenda o pedido do MPF contra o Tolerância Zero

Na ação, o procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto, Júlio Araújo, afirma que a prefeitura implantou uma política permanente de fiscalização nas praias sem observar normas federais que regem a gestão desses espaços, considerados bens da União. O argumento central é que a Prefeitura do Rio agiu sem a devida articulação com a União, que é a proprietária legal das praias.

O que o MPF quer, na prática?

Além da suspensão imediata do programa, o MPF pede que a União e o município elaborem, de forma conjunta e participativa, um planejamento para a gestão desses espaços. A ideia é que as medidas conciliem três frentes: o ordenamento urbano, o combate ao crime organizado e a proteção dos direitos dos trabalhadores ambulantes.

O que está em jogo para quem vai à praia?

A ação do MPF coloca em xeque uma política pública que já estava em andamento na orla da Zona Sul. Enquanto a Justiça não decide, o programa segue valendo, mas a incerteza jurídica já gera impactos. Para o frequentador, a dúvida é sobre como será a fiscalização nos próximos dias, e se o equilíbrio entre segurança e direito ao trabalho será mantido.

O que falta saber sobre o futuro do Tolerância Zero?

A Justiça Federal ainda não deu uma resposta sobre o pedido de suspensão. O próximo passo é a análise do mérito da ação, que pode definir se a prefeitura precisará refazer todo o planejamento em parceria com a União. Até lá, o programa segue valendo, mas sob questionamento judicial.

Perguntas Frequentes

O que é o programa Tolerância Zero?

É um programa da Prefeitura do Rio que reforça a fiscalização do comércio ambulante e combate ações criminosas nas praias da Zona Sul.

Por que o MPF pediu a suspensão?

O MPF alega que a prefeitura implantou a política sem observar normas federais que regem a gestão das praias, consideradas bens da União.

O programa está suspenso?

Ainda não. A Justiça Federal precisa analisar o pedido do MPF. Enquanto não há decisão, o programa segue em vigor.

O que o MPF quer com a ação?

Que a União e o município elaborem, juntos, um planejamento participativo para conciliar ordenamento urbano, combate ao crime e direitos dos ambulantes.

Quem moveu a ação?

O procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto, Júlio Araújo, pelo Ministério Público Federal.

Larissa Quintela

Editoria Curiosidades

Larissa Quintela cobre o setor de meios de pagamento e crédito no Bombou na Web. Análises técnicas, sem viés comercial.