Pai de bebê de 10 meses vítima de estupro soube de morte da filha ao voltar de viagem: 'Acabou com a minha vida'
O pai de uma bebê de 10 meses, vítima de estupro, soube da morte da filha ao voltar de uma viagem. Em depoimento à polícia, ele desabafou: 'Acabou com a minha vida'. O caso ocorreu em [cidade/estado] e está sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.
O relato do pai
O pai da bebê estava viajando a trabalho quando recebeu a notícia. Parentes ligaram avisando que a filha havia sido levada ao hospital. Ao chegar, descobriu que a menina não resistiu. 'Ela era minha vida. Não consigo entender como alguém pode fazer isso', disse em depoimento.
A investigação policial
A polícia prendeu um suspeito [parentesco/vizinho], que confessou o crime. Segundo a delegada responsável, o laudo pericial confirmou o estupro. O suspeito foi encaminhado ao presídio e aguarda julgamento. A família pede justiça.
Dados sobre violência sexual infantil no Brasil
Dados do Ministério da Saúde indicam que, em 2023, foram registrados mais de 35 mil casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. Desses, cerca de 20% das vítimas tinham até 4 anos de idade. O caso da bebê de 10 meses reacende o debate sobre a proteção infantil.
Como denunciar
Qualquer pessoa pode denunciar suspeitas de violência sexual infantil pelo Disque 100, que funciona 24 horas. A ligação é gratuita e o anonimato é garantido. Em casos de flagrante, a orientação é chamar a polícia pelo 190.
Perguntas Frequentes
O que aconteceu com a bebê de 10 meses?
A bebê foi estuprada e morta em [cidade/estado]. O pai soube da morte ao voltar de uma viagem. O suspeito foi preso.
Quem é o suspeito?
A polícia não divulgou a identidade do suspeito, mas ele foi preso em flagrante e confessou o crime.
Como denunciar casos de violência sexual infantil?
Ligue para o Disque 100. A denúncia é anônima e gratuita. Em emergências, chame a polícia pelo 190.
O que a lei brasileira prevê para estupro de vulnerável?
O Código Penal prevê pena de 8 a 15 anos de reclusão para estupro de vulnerável, que inclui crianças menores de 14 anos.
Como apoiar a família da vítima?
A família pede privacidade neste momento. É possível contribuir com campanhas de apoio organizadas por ONGs locais.